Dica da Biblioteca – Março/2016

O italiano Umberto Eco (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 – Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi escritor, filósofo, semiólogo, linguista e bibliófilo de fama internacional. Titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de Ciências Humanas na Universidade de Bolonha, foi colaborador de diversos periódicos acadêmicos, dentre eles a revista semanal italiana L’Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais O nome da rosa (seu grande sucesso, adaptado para o formato cinematográfico, em 1988, por Jean-Jacques Annaud, no qual o protagonista, Baskerville, foi vivido por Sean Connery); e O pêndulo de Foucault. Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou, em 2010, “N’Espérez pás vous Débarrasser des Livres” (“Não Espere se Livrar dos Livros”, publicado em Portugal com o título “A Obsessão do Fogo” e, no Brasil, como “Não contem com o fim do livro”).

História da beleza, Umberto Eco.

Se a Beleza está nos olhos de quem vê, é certo que esse olhar é influenciado pelos padrões culturais de quem observa. Afinal, o que é beleza? O que é arte? Gosto se discute? A Beleza deve ser analisada friamente ou livre das amarras da razão? Umberto Eco propõe essas indagações em seu livro ‘História da Beleza’, um ensaio sobre as transformações do conceito do belo através dos tempos.