O ser humano se depara com várias dúvidas no decorrer de sua existência. São muitas as escolhas cruciais que precisam ser feitas, da mais simples até a mais complexa, com alto grau de importância. Entre elas, está a melhor resposta para a questão “O que você vai ser quando crescer? ” Quando pequenos, alguns respondem, com   inabalável segurança, “Quero ser médico”. Os pais se enchem de orgulho e tudo pode dar certo como desejou essa criança, prematuramente.  No entanto, todos crescem e o mundo apresenta muitas possibilidades. Certificar-se de que aquela resposta dada aos sete anos prevalecerá, na maioria das vezes, é um desejo utópico. Ele pode ter sido um excelente aluno na área das Ciências Biológicas, pode ter feito um excelente trabalho humanitário e ter talento para ajudar e cuidar das pessoas, mas também pode não apresentar o perfil para ser médico, ou melhor, não ter vocação para entrar nessa carreira.

Dentro dessa perspectiva, não há nada de errado. Muito pelo contrário: o adolescente, inquieto entre os seus 15 e 18 anos, muitas vezes, após o término do Ensino Médio, não consegue definir qual é a sua vocação profissional. A reflexão para conhecer a sua disposição natural e assegurar-se de suas habilidades, suas preferências, seus desejos e até o seu estilo de vida faz parte do processo do autoconhecimento e, por sua vez, do amadurecimento para a escolha profissional. A questão é como enfrentar essa situação. Afinal, há muitas cobranças e algumas incertezas envolvidas nessa decisão: a pressão social que prestigia algumas carreiras, o número de informações que o jovem recebe, o mercado de trabalho e as perspectivas de futuro para determinadas profissões.

A escola tem papel fundamental ajudando os alunos no desdobramento desse processo. Para isso, o Colégio Pentágono apresenta um projeto de orientação profissional extremamente colaborativo. A partir do 9º ano, os alunos participam dos fóruns de profissões em que, diante de professores universitários, pais, profissionais, estudantes de universidades e representantes de faculdades, tiram as suas dúvidas, deparam-se com novas perspectivas, ratificam as suas escolhas ou partem para novas buscas. O formato dos fóruns Pentágono de Profissões é diferenciado, pois o discurso apaixonado de um estudante de determinado curso não carrega a experiência de um profissional que já trabalha na área. Este, não menos apaixonado, mostra, também, a vivência e a história de sucesso, relatando aos alunos, além dos louros, os obstáculos enfrentados, com determinação e orgulho. Do ponto de vista acadêmico, os professores universitários apresentam a grade curricular e, de alguma forma, oferecem aos alunos interessados “uma degustação” de como pode ser o curso em determinada universidade.

Além dos fóruns, os alunos do Pentágono, quando chegam à 2ª série do Ensino Médio, são convidados a participar do projeto de orientação profissional, com um especialista que os ajuda a identificar as suas múltiplas capacidades, a exercitar o autoconhecimento. Assim, facilita-se a procura pela profissão que melhor se encaixe em todas as perspectivas para a escolha de sua carreira.

Dessa forma, aquela criança que desejava ser médica poderá realizar o seu sonho ou mudar de caminho, se assim decidir. Nesse sentido, o trabalho do Colégio Pentágono é essencial para a construção do futuro de seus alunos.

Andréa Andreucci Ramos Maria
Coordenadora do Ensino Médio da Unidade Morumbi do Colégio Pentágono