45 anos – Darli Sandrin Cordeiro

Darli Sandrin Cordeiro

“Tive medo de compartilhar a minha história com o colégio de tanto amor que tenho por ele, considero-o a minha segunda casa. Mas não podia deixar de contar a nossa história.

Há 21 anos, saímos dos Jardins para morar no Morumbi, com dois filhos em idade escolar e, aí, começou a procura pela escola perfeita.

Foi quando conhecemos o Colégio Pentágono, unidade Morumbi, em 1995.

Bruno, com 6 anos, ia para o Pré II e Vitor, com 3 anos, ao maternal I, na época. Foi um ano muito marcante, pois já engravidei da minha terceira filha, Isabela, e até faço um comentário, às vezes. Digo que “Engravidei da Isabela no Pentágono”, por ser tão forte o meu vínculo com esse colégio.

Muitas coisas já vivi aqui, momentos maravilhosos que não saem da memória jamais. Ver os meus filhos felizes era o que mais importava, principalmente crescendo em um ambiente que, às vezes, nem parecia uma escola, pois aqui pais e filhos sempre se reuniam para uma festa, após um jogo de futebol ou qualquer outra comemoração.

Sei que os anos foram passando, eles também ficando adolescentes, mas com o mesmo tratamento e carinho como quando começaram.

Ahh…as viagens, as formaturas muito chiques… Passou!!

Hoje, o Bruno é formado em Relações Internacionais na ESPM e com pós na GV, o Vitor, em Engenharia Mecânica no Mackenzie, e a Isabela está cursando o segundo ano de ADM na FEA-Usp.

Mas a minha história não acaba aqui… No ano de 2000, conheci e me entreguei de corpo e alma ao voluntariado do Colégio. Quanto aprendi como ser humano com os projetos, na biblioteca do hospital do Campo limpo, no asilo com os velhinhos, na Casa de Apoio à Criança com Câncer e em mais alguns pequenos projetos…

E aí, pessoal, um aluno cursando o EM nos apresentou o projeto “Caminhando para o Futuro”. E eu disse: “Rafael Toledo, como vamos entrar nesse projeto? Precisamos de apoio, de um espaço. Será que o colégio vai nos dar esse apoio, pois precisamos de muita infraestrutura… ”

Mas, com o apoio de Nancy Izzo,um coração que não tem tamanho, tivemos essa aprovação. De reunir no colégio, aos sábados, crianças e adolescentes das comunidades em torno da escola para dar aulas de disciplinas que eles não poderiam pagar.

O projeto foi crescendo… Alunos, pais, professores e funcionários em geral foram nos ajudando e, hoje, estamos atendendo um número muito grande de alunos nas três unidades.

Posso dizer que o Colégio Pentágono me fez o que sou hoje: uma pessoa preocupada com o bem-estar do próximo!”

Darli Sandrin Cordeiro, mãe de 3 ex-alunos e coordenadora do Voluntariado Pentágono.