Por muitos anos de nossas vidas, ficamos inseridos em um universo de descobertas contínuas, seja na escola ou em casa. Mas não seria justo acreditar que esta descoberta se restringe a estes dois ambientes, pois, também, trocamos experiências nos clubes, nas festas e nas viagens!

Estes anos incríveis são nossos anos escolares, em que percebemos que algo que se conhecia na teoria pode ser aprendido em outros espaços, como nas viagens e nas saídas pedagógicas.

No Colégio Pentágono, estas viagens e saídas não são somente lazer e diversão, mas sim uma valiosa formação integral. São oportunidades de promover o aprendizado muito além dos muros da escola, permitindo que os alunos vivenciem na prática tudo aquilo que aprenderam no colégio. As saídas são promovidas desde o 1º ano do Ensino Fundamental I até a 3ª série do Ensino Médio, mesclando Ciências, Literatura, História, Geografia, Matemática, Arte, Educação Física e Línguas Estrangeiras.

Além disso, podem exercitar ainda mais a coletividade e a colaboração entre os alunos e os professores que os acompanham. As viagens sempre geram muitas expectativas, o que os estimula a fazer pesquisas prévias sobre o local e a cultura que vão conhecer.

Estas saídas e viagens pedagógicas sempre são planejadas de forma interdisciplinar e têm o foco no tema da série, nos conteúdos que são estudados e na faixa etária. Isso proporciona ao aluno fazer conexões entre disciplinas que, de outra maneira, talvez ele não fizesse.

Mas por que o Colégio Pentágono acredita na importância destas viagens e saídas?

Porque ele acredita que “in loco” se busca o significado do que foi estudado e que não está nos livros. Ali, os alunos entram em contato com outras dimensões da realidade, conseguem fazer relações entre as páginas lidas, as situações imaginadas, e concretizar a aprendizagem. Podem entrar em contato direto com a riqueza patrimonial e cultural do lugar e acessar o universo maravilhoso que existe dentro de cada um.  O poeta chileno Pablo Neruda, em seu poema “Autorretrato”, considera-se um “ viajante de boca”, ou seja, um conhecedor dos lugares por meio dos livros. Muitas histórias e lugares serão conhecidos pelas páginas dos livros, mas, sempre que possível, “é necessário sair da caverna para conhecer a caverna”, como dito por Platão em o “Mito da Caverna”. Nesta história tão conhecida, quando o indivíduo sai da “caverna”, ele se depara com um mundo de descobertas e maravilhas.

A diversão aparece, sim, nestas saídas e viagens, mas o foco principal é desenvolver as competências cognitivas e socioemocionais para a sua formação como um todo. O aluno, em uma saída, por exemplo, exerce a solidariedade, a disciplina,  a empatia, a autonomia e a responsabilidade, além de efetuar diferentes formas de registro e observação, pois precisa tirar fotos, fazer cadernos de estudos de meio, fazer as relações do que ouviu no colégio com o que visualizou no local.  Quando ele volta para casa, leva na mala muitas lembranças, muitos amigos, muita riqueza interna e, também, muito conhecimento e a certeza de que toda a expectativa e o preparo de meses foram, por fim, concretizados.

Daniella Sanchez Molina
Coordenadora do Ensino Fundamental II da unidade Alphaville do Colégio Pentágono