Até 6 Anos

O Presente de Aniversário
Autor: Ellen Pestili
Editora: FTD, 2007

Torresminho ganhava muitos presentes da mamãe e do papai. Era presente na páscoa, dia das crianças, Natal e muitos em dias comuns. Ele tinha um quarto cheio deles, mas faltava algo. O que seria?

Na sua festa de aniversário, um amigo veio sem presente, só com a cara e a coragem. Porém esse amigo brincou com Torresminho de todas as brincadeiras, pega-pega, passa-anel, esconde-esconde. E o mais legal foi que até papai e mamãe entraram na brincadeira.


Por que ler para seu filho?

Torresminho ganhava muitos presentes da mamãe e do papai. Era presente na Páscoa, no Dia das Crianças, no Natal e em muitos dias comuns. Ele tinha um quarto cheio deles, mas faltava algo. O que seria?

Na sua festa de aniversário, um amigo veio sem presente, só com a cara e a coragem. Porém, esse amigo brincou com Torresminho de todas as brincadeiras, pega-pega, passa-anel, esconde-esconde. E o mais legal foi que até papai e mamãe entraram na brincadeira.

 

Ampliando o repertório! No mesmo gênero, temos o livro:
“Vizinhos” Autora: Vera Lúcia Dias. Ed. Cortez, 2013.

 

 

 

 

 

 


Ensino Fundamental I

 
A Senhora CLAP e o mundo na palma das mãos
Autor: Marta Duque Vaz
Ilustrador: Alexandre Esgaio
Editora: Planeta

Uma nova autora portuguesa que estreia com uma história tão extraordinária que vai pôr os jovens leitores a aplaudi-la de pé. Uma história sobre a arte de bater palmas em situações alegres ou tristes… Se é sabido que o bater de asas de uma borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo, o que podem causar as nossas palmas, se batidas com emoção e atenção verdadeiras? Vamos, pois, acompanhando as atividades e observações da Senhora Clap até chegar à mais certa e segura das suas conclusões, que resume, de certa forma, o seu trabalho como investigadora das emoções humanas: amar é bater palmas.

Por que ler para o seu filho?

  • Tornou-se um grande sucesso em Portugal integrando, inclusive, o Plano Nacional de Leitura do país.
  • Ganhou uma adaptação para o teatro no Rio de Janeiro, pela Cia. As Penélopas, Cantadoras de Histórias:

      https://www.noticiasaominuto.com/cultura/627588/livro-de-portuguesa-sobre-arte-do-aplauso-adaptado-ao-teatro-no-brasil

 

 


Ensino Fundamental II

A parte que falta
Autor:
Shel Silverstein
Tradutor: Alípio Correa de Franca Neto
Editora: Companhia das LetrinhasAno de publicação: 2018

O protagonista desta história é um ser circular que visivelmente não está completo: falta-lhe uma parte. E ele acredita que existe pelo mundo uma forma que vai completá-lo perfeitamente e que, quando estiver completo, vai se sentir feliz de vez. Então ele parte animado em uma jornada em busca de sua parte que falta. Mas, ao explorar o mundo, talvez perceba que a verdadeira felicidade não está no outro, mas dentro de nós mesmos.

Neste livro, leitores de todas as idades vão se deparar com questionamentos sobre o que é o amor e quanto dependemos de um relacionamento ou parceira para nos sentirmos plenamente felizes.

 

 


 Ensino Médio

O santo inquérito
Autor: Dias Gomes
Editora: Bertrand Brasil
Ano de publicação: 2015

 

Uma mensagem de bondade, de generosidade, de lealdade e de respeito humano, O santo inquérito conta a história de Branca Dias, cristã nova e ingênua, filha de Simão Dias e noiva de Augusto Coutinho, que foi vítima de perseguição após cometer um ato que, aos seus olhos, julgava ser de extrema bondade: salvar de um afogamento o padre da cidade. Esta é uma das grandes peças brasileiras modernas, por suas intenções artísticas e por suas preocupações sociais. Baseando-se num episódio histórico – ou lendário, como o de Branca Dias, vítima da Inquisição que alguns estudiosos veem como uma espécie de Joana D’Arc cabocla –, Dias Gomes afasta, de imediato, as fáceis, espetaculares e vistosas pompas que um escritor romântico traria para o palco. O que lhe importa é o conflito entre a pureza da personagem, a sua boa-fé, a sua sinceridade, e aqueles que deturpam seu comportamento, enxergando-o como uma ameaça à ordem e ao sistema de ideias estabelecidos.

 


 Pais 

Confesso que perdi
Autor: Juca Kfouri
Editora: Companhia das Letras
A
no de publicação: 2017

Em quase cinquenta anos de atuação como jornalista, Juca Kfouri acompanhou de perto, como observador ou participante (e muitas vezes as duas coisas), experiências fundamentais do mundo da política, da cultura e do esporte. O saldo é uma inescapável sensação de derrota, compartilhada nas memórias que o autor registra em Confesso que perdi. Juca cobriu todas as Copas do Mundo desde 1982, e já havia participado indiretamente da cobertura das Copas de 1970, 1974 e 1978. À frente da revista Placar, foi responsável por desvendar e denunciar a chamada “máfia da loteria esportiva”, e por memoráveis capas como a que trazia seu amigo Sócrates posando como “O pensador”, de Rodin. Na Playboy, revista que também dirigiu, Juca publicou entrevistas e reportagens notáveis, como a que revelou a identidade do desenhista Carlos Zéfiro, um segredo que durava mais de trinta anos: tratava-se do funcionário público Alcides Caminha, parceiro de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. Tendo se oposto à construção do Itaquerão, o corintiano Juca estava no meio da torcida na fatídica noite de 1977, quando o time quebrou o jejum de mais de vinte anos sem títulos. “Não sei como, fui parar no gramado do Morumbi, com uma bandeira na mão, bandeira que não levara ao estádio e não me recordo de ter comprado”, lembra, sem lembrar. É com a sinceridade de quem sabe que a memória é traidora que o autor nos oferece essas deliciosas confissões de derrota.