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21/09/2016

A crescente busca por informações sobre o processo de aplicação para Universidades Internacionais

É da nossa natureza buscarmos sempre as melhores condições para tudo: viver, produzir, conviver, amar, estudar… E, para muitos alunos, o melhor é o planejamento de sua vida, principalmente acadêmica e profissional, fora do Brasil. Poderíamos investigar as razões disto que, muitas vezes, parecem óbvias e lugar-comum: melhor formação, melhor emprego, melhor salário.  Mas, como se diz em inglês, this is not a walk in the park (nem tudo é um mar de rosas, em uma tradução livre) e nem é o propósito deste artigo. O fato é: com o acesso virtualmente irrestrito à informação, há uma grande parcela de alunos que vêm cada vez mais se apaixonando pela possibilidade de vida no exterior. E, dependendo do lugar e da área de estudo, as chances lá fora realmente se multiplicam: o lado acadêmico, as oportunidades de estágio, um salário mais promissor e uma experiência de vida incrível.

Dentro da parcela de alunos que nos procuram, no Departamento Internacional do Colégio Pentágono, com o desejo de ir para a graduação fora de nosso País, não há dúvida sobre o interesse da maioria: os Estados Unidos. Alguns se interessam também por países da Europa, do Reino Unido, ou,inclusive, pela Austrália. Mas estes em menor proporção. Como o procedimento para todos estes lugares é muito parecido, a área de Orientação para Universidades no Exterior tem uma mesma prática com todos os alunos, mas direcionamentos individualizados.

Com o caminhar das reuniões (em grupo ou individuais), surgem as dúvidas e o susto: Por onde começo? Onde vou estudar? De quais documentos preciso? Para quem peço? E o preço? E o Inglês? Qual o nível? Passaporte? Visto? Provas? Cartas de recomendação? Trabalho voluntário? Esportes? Vou ficar maluco!

Acalme-se! É possível. Muitos alunos conseguem e você também pode. Esta é a boa notícia. Mas, anote aí algumas orientações que vão te preocupar um pouco mais, mas que também são ótimas dicas para você se preparar para estudar fora:

– Estude Inglês. Estude muito! Exames de Língua Inglesa (Cambridge, IELTS ou TOEFL) serão exigidos e com nota alta!;

– Tenha um ótimo relacionamento com os seus professores, coordenadores e diretores, entre outros: você vai precisar ter uma postura invejável com relação à maturidade, integridade e conduta durante os seus anos escolares, para ter as cartas de recomendação que farão a diferença quanto à Universidade em que você vai entrar, a sua aprovação no curso, e, também, no bolso! Isso mesmo: ser um aluno educado, respeitoso, de liderança positiva e prestativo vai te ajudar a economizar uns bons dólares no futuro, além de ser definitivo entre ser ou não aceito na graduação;

– Você é bom em Matemática? Isso ajuda! Mas pode ser necessário aprender a resolver as questões do jeito deles. Para isto, podem ser necessários estudos individuais da matéria ou um professor particular;

– Qualquer currículo oficial ou diploma extra (além do Ensino Médio regular) que você tiver vai ajudar: cursos como o Mizzou High School, em nossa unidade Alphaville, ou o IFY, em nossas unidades Perdizes e Morumbi, fazem toda a diferença. Ou seja, um segundo histórico escolar, que é enviado à Universidade escolhida, um segundo diploma e, com isso, a sua chance de passar na frente de milhares e milhares de pessoas concorrendo à mesma vaga é incrível.

– Você escrevia um blog de tecnologia no Ensino Médio? Ganhou medalhas na natação? Participou de Olimpíadas de Biologia e obteve bons resultados? Foi representante de classe? Foi orador da turma? Organizou eventos na escola? Tudo isto vai te ajudar. Guarde todo o seu histórico, as fotos, os relatórios e a documentação!

– Anotações de falta de lição de casa, advertências, exclusões de sala de aula e suspensões: no, no, no! Você, como ótimo aluno que quer estudar fora, não deve nem passar perto destas possibilidades.

– Todas as suas notas importam. Todas as matérias são válidas. Ao final do Ensino Médio, um índice por aluno é calculado e este será o seu Grade Point Average. O GPA é usado para várias coisas: eliminar candidatos muito fracos para algumas vagas, considerar pedidos de bolsa de estudos e descontos etc., e varia de zero a quatro pontos. É calculado baseando-se em todas as médias anuais do aluno. Portanto, aquela ideia de tirar o mínimo para passar de ano não vale. Tem que ser o máximo possível, sempre. O GPA começa a contar a partir do 9º ano do EFII.

Os pontos acima são as principais orientações que passamos aos alunos.  Muitos começam a nos procurar no 8º ou 9º ano, mas podem iniciar bem antes! Formar um Cidadão do Mundo é um de nossos valores no Colégio Pentágono e a Orientação para Universidades no Exterior é uma das ações principais para garantir que nossos alunos estejam sempre conectados com informações mais sólidas e confiáveis e direcionados para desenvolver boas posturas e atitudes, podendo, assim, conquistar os seus sonhos de estudar, viver e trabalhar fora do Brasil com um futuro brilhante.

Carlos Freitas
Coordenador do Departamento Internacional do Colégio Pentágono