Foi um ano trabalhoso para todos. Sempre é.

Mais um ano termina. Nesta época,  ficamos mais sensibilizados e nos comovemos com facilidade.  Participamos de confraternizações e  nos preparamos para as tradicionais festas de Natal e de Réveillon.

Mais um ano letivo termina. No Brasil, o fim do ano escolar coincide com o fim do ano civil. Comemoramos a aprovação dos nossos filhos, assistimos emocionados às suas apresentações de fim de ano,  choramos nas formaturas. As redes sociais estão lotadas de fotos destes momentos especiais. Claro, também torcemos muito pelo bom desempenho deles nos vestibulares e no ENEM.

Na vida profissional, todos queremos terminar o ano  satisfeitos com o resultado do trabalho desenvolvido. Na vida pessoal, refletimos se demos conta de nossas expectativas, nossos projetos, nossos propósitos.

Na maioria dos países, a passagem do dia 31 de dezembro para o 1º de janeiro marca o Ano Novo. Foram os romanos que fixaram o 1º de janeiro como o primeiro dia do ano. Janeiro, o primeiro mês, era dedicado a Jano, um dos mais antigos deuses de Roma. Era sempre representado com duas faces contrapostas, a de um velho e a de um jovem, o velho e o novo, o fim e o começo. O ano velho que se encerrava e o novo que se iniciava.

Em outras culturas ou religiões, a comemoração do Ano Novo  é festejada em diferentes datas,  representando, também, a esperança e a renovação.

O fim do ano é uma data com forte  valor simbólico, de analisar o que fizemos e de estabelecer novas metas. É um ritual de passagem que tem a força simbólica de fechar e abrir ciclos. A cada ano que termina, sentimos a necessidade de fazer um balanço dos pontos negativos e dos pontos positivos, dos acertos e dos erros. Fim de ano nos convoca à mudança, prepara-nos para o novo e pede a reorganização de muitos aspectos da vida.

A chegada de um novo ano é celebrada com a promessa de renovação,  dos votos de esperança, de alegria, de amor e de fraternidade. Todos estamos à espera de um Feliz Ano Novo, com atitudes positivas de generosidade e de compreensão. 

Que assim seja.

Adriana Giorgi Costa
Orientadora Educacional 
Colégio Pentágono